Às vezes paramos de orar cedo demais!

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“E contou-lhes também uma parábola sobre o dever de orar sempre, e nunca desfalecer”. Lucas 18.1

Ao iniciar mais uma semana de clamor por nossos filhos, quero convidar você a parar por um minuto e refletir sobre esta pergunta: quantas vezes começamos a orar por pessoas que amamos e, tempos depois, sequer lembramos mais sobre o que estávamos orando? Pense rapidamente em três motivos de oração por sua família pelos quais você já orou e que nos últimos dias não foram mais lembrados.

No capítulo 18 do Evangelho de Lucas, Jesus nos conta uma história muito preciosa: a parábola da viúva persistente; e fez isso para nos ensinar sobre o dever de orar sempre e nunca esmorecer. É uma história tão curta, mas tão cheia de significado. Em apenas oito versículos, Jesus mostra o quanto é importante sermos perseverantes em oração sobre aquilo que necessitamos do Senhor. Ser perseverante em oração não significa ser repetitivo, mas ser constante, ou seja, colocar continuamente diante da presença de Deus aquilo que aflige o nosso coração.

Jesus nos chama a uma profunda reflexão: se um juiz iníquo respondeu ao clamor daquela viúva, quanto mais o nosso Pai bondoso que está nos céus! O nosso Deus amoroso responde ao clamor do seu povo. Se nós pais desejamos coisas boas aos nossos filhos, quanto mais o nosso Deus, um Pai bondoso, também ouve e atende aos nossos pedidos!

Só que, às vezes, pedimos algo a Deus uma vez e nunca mais o mencionamos. Talvez essa seja uma demonstração de impaciência nossa. Quando pedimos algo, queremos que Deus diga “sim” e que Ele o diga naquele momento mesmo. Jesus disse que devemos orar sempre e não desistir. Isso significa que, se continuarmos pedindo algo, repetidamente, Deus sempre nos dará? Não, mas Ele nos ama e quer o que é melhor para nós e responderá “sim”, caso seja da vontade dele. Mais do que nos dar o que pedimos, Ele quer nos ensinar a sermos perseverantes quando orarmos por algo.

Hoje quero convidar você a iniciar mais uma semana de oração, fazendo o seguinte clamor ao nosso Deus: “Senhor Jesus, ensina-me a orar e a ser paciente e perseverante em oração. Ensina-me a prosseguir confiante, mesmo quando eu ainda não tiver recebido a resposta. Em nome de Jesus, peço-te: ensina-me a não parar de orar cedo demais. Em nome dele, amém”.

Vamos orar por aqueles pedidos pelos quais oramos no passado e acabamos desistindo de orar.

Crianças em Oração – Quando Jesus estava com seus amigos, Ele quis ensinar sobre a importância de orar sempre e nunca desistir. Então, Ele contou a história de uma mulher que precisava da ajuda de um juiz para resolver um problema. Juiz é uma pessoa que trabalha ouvindo os problemas de pessoas, empresas ou famílias e decide qual é a melhor solução. Essa profissão existe até hoje. Na história contada por Jesus, a mulher insistiu tanto que o juiz resolveu atender o seu pedido. Jesus queria ensinar que Deus é bom, melhor do que qualquer pessoa que existe. Quando precisamos da ajuda dele, não tem problema se orarmos muitas vezes, pedindo a mesma coisa. O que não podemos é desistir de orar.

Você já quis fazer alguma coisa difícil, mas acabou desistindo de tentar? Talvez uma fase difícil de um jogo que deixou você tão cansado que nunca mais quis jogá-lo outra vez.

Faça uma pesquisa em sua casa. Pergunte às pessoas que moram com você se elas já desistiram de orar por alguma coisa. Com a ajuda de um adulto, anote esses pedidos de oração que foram deixados para trás e ore por eles. Se quiser, coloque a folha de papel com os pedidos em um lugar onde as pessoas sempre vejam e se lembrem de orar por eles.

#fiqueemfamília