Pela fé rumo aos refugiados

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O Brasil atravessou um grande desafio político e econômico nos últimos anos e ainda atravessa. Vimos grandes empresas fecharem e o desafio para organizações como Missões Mundiais, que vive de ofertas, foi ainda maior. Em 2018, atravessamos mês a mês pela fé. Confiantes em Deus e na parceria de pessoas que acreditam em nosso trabalho. Pessoas ofertaram porque confiam em Missões Mundiais. Confiam que honramos o compromisso de anunciar o Evangelho a toda a criatura até os confins da Terra.

E foi em um dos muitos momentos de oração pela situação financeira da nossa organização em 2018, pensando em como manter os projetos  e missionários em mais de 80 países frente à alta da moeda estrangeira, que o nosso Gerente de Missões disse a Deus: “Senhor, como será? O que podemos fazer?” Até em seus momentos de lazer com a família o pensamento com as contas não saia da cabeça do pastor. E ao final daquele dia, ele recebeu uma ligação que entendeu como uma resposta do Pai.

“Pastor, a gente está fazendo contato porque surgiu uma grande oportunidade. Nós vamos transferir um projeto que temos, toda a estrutura, para Missões Mundiais”, dizia a ligação.

O pastor orou pedindo soluções para honrar os compromissos nos campos e outro desafio surgiu. Resumindo, aos olhos humanos era mais uma conta para pagar. Uma conta alta, diga-se de passagem. Em poucas horas, ele precisava tomar uma decisão importantíssima: dizer NÃO ou CONTA COM A GENTE.

Missões Mundiais está na Grécia. Fazemos um trabalho muito relevante com refugiados que chegam a este país. E começamos a receber imagens da Ilha de Lesbos, onde há aproximadamente 9 mil refugiados. Este é considerado o pior lugar na Europa para refugiados, segundo o nosso Gerente de Missões.

“Quem chega à Europa pela Alemanha, normalmente tem um apoio. Mas quem chega pela Grécia não recebe suporte algum; passa a viver confinado”, diz o pastor.

Então, enviamos um de nossos missionários ao local, a fim de que fosse feita uma avaliação sobre como Missões Mundiais poderia atuar na região. Foi após esta avaliação que o pastor recebeu esta ligação com um novo desafio na Grécia. Uma chamada feita por uma pessoa que não sabia do nosso interesse em atuar naquela região e que, aparentemente, não tinha nenhum motivo para oferecer o local a Missões Mundiais.

“Nossa grande questão não é ter dinheiro para alcançar. Nossa grande questão é ter FÉ para alcançar”, afirmou o pastor.

Este novo desafio é um espaço por onde passam cerca de 500 mulheres e crianças todos os dias. Se nós não aceitarmos, há uma grande chance daquele local ser fechado. Se não aceitarmos, perderemos o grande privilégio de participar da obra de Deus naquele lugar.

“A Bíblia não fala para pedirmos dinheiro a Deus. A Bíblia fala para pedirmos obreiros ao Senhor. Para pedirmos mais ceifeiros. Ele é o Senhor quem dá”, comenta o pastor.

O pastor chamou todos a encarar Missões Mundiais como um lugar de oração, de dedicação para dar o seu melhor e, assim, fazer a diferença na vida das pessoas.

No último culto de 2018 na sede de Missões Mundiais, o pastor anunciou aos colaboradores a resposta para este desafio.

“Eu vou fechar o ano precisando de recursos financeiros. Mas eu vou fechar o ano aceitando um desafio para 2019. Neste último culto do ano, eu tenho o prazer de apresentar para vocês que nós vamos fazer a maior loucura, a maior insensatez que um gestor, que um líder de uma organização em um momento de crise pode fazer. Mas a decisão do nosso diretor, Pr. João Marcos Barreto Soares, e de toda a liderança de Missões Mundiais é de aceitar este desafio. Nós vamos entrar nisso”, anunciou.

Em cerca de um mês, com pouca divulgação das igrejas, metade do sustento para este projeto junto a refugiados, especialmente mulheres e crianças, na Grécia já foi levantado. Este é mais um passo de fé que Deus está honrando através de pessoas comprometidas com sua Palavra. Você também pode participar!

Nosso alvo será de R$ 13 mil e levantaremos este valor para investir no Projeto Grécia de ajuda aos refugiados. Participe!

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